Polícia diz que cachorro morto enviado a vereadora foi protesto; entenda

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul concluiu a investigação sobre o cachorro morto enviado em uma caixa à vereadora Deza Guerreiro (PP), de Novo Hamburgo. A 2ª Delegacia de Polícia do município descartou ameaça contra a parlamentar e classificou o envio como uma “forma de protesto”.
Uma mulher, que não teve a identidade divulgada, acabou indiciada por injúria real, maus-tratos qualificado de cães e gatos, transporte irregular de resíduos sólidos e poluição por descarte irregular de carcaça de animal. O caso seguiu para o Judiciário.
A investigação aponta que a mulher era tutora do cão, um pinscher, e afirmou que o animal sofreu ataque de cães comunitários próximos à casa dela após sair para um passeio. Ela disse ter limpado os ferimentos e dado dipirona, mas alegou falta de dinheiro para tratamento veterinário. Após a morte do animal, enviou a carcaça à Câmara como protesto contra o que via como omissão do poder público. Nas redes sociais, Deza comemorou o indiciamento: “Uma grande vitória para a causa animal. A mulher que cometeu aquela atrocidade foi indiciada”.
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