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Polícia do RJ desdenha ajuda federal e diz que tem condições para apurar morte de Marielle

Da Exame:

O chefe da Polícia Civil do Estado do Rio, Rivaldo Barbosa, disse nesta quinta-feira, 15, que o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) “atenta contra a democracia”. Ele não quis confirmar a hipótese de execução alegando sigilo nas investigações, mas afirmou que a polícia “não descarta nenhuma possibilidade”. A Polícia Federal ofereceu ajuda nas investigações, mas o chefe da Polícia Civil disse que a instituição tem todas as condições de resolver o caso. A PGR abriu uma investigação para federalizar o caso.

Barbosa recebeu em seu gabinete o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e os delegados Fábio Cardoso, que está assumindo a direção das Delegacias de Homicídio, e Gineton Lages, que agora é titular da Delegacia de Homicídios da Capital.

“É um caso extremamente grave, que atenta contra a dignidade da pessoa humana e que atenta contra a democracia”, disse Barbosa. “Nós temos nossos protocolos estabelecidos. Quem quiser nos ajudar, receberemos a ajuda, de qualquer instituição. Entretanto, quero dizer que a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro tem capacidade para resolver esse caso.” (…)

O enterro de Marielle Franco