Polícia faz perícia na vodka de Hungria e caso tem reviravolta

A perícia da Polícia Civil do Distrito Federal em duas amostras da vodka consumida pelo rapper Hungria indicou que nenhuma delas continha metanol. As análises laboratoriais, segundo a investigação, descartaram a presença da substância tóxica, mas confirmaram que uma das garrafas era falsificada.
O documento foi obtido pela coluna de Mirelle Pinheiro no Metrópoles. A Polícia Civil afirmou que ouvirá, na próxima semana, comerciantes que venderam as bebidas consumidas pelo artista.
Equipes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), com a Vigilância Sanitária do DF, Anvisa e Ministério da Agricultura, recolheram amostras de lotes na distribuidora e em um supermercado; todo o material foi encaminhado ao Instituto de Criminalística para nova perícia.
A distribuidora Amsterdan, em Vicente Pires, que forneceu as garrafas, foi interditada por não ter licença de funcionamento e por indícios de comercialização clandestina. O estoque do lote suspeito foi apreendido enquanto a investigação avança.
