Policiais se assustam com estado da vítima após estupro coletivo em Copacabana

A Polícia Civil do Rio de Janeiro reuniu relatos, imagens e laudo pericial na investigação de um crime registrado no final de janeiro em Copacabana, na zona sul da cidade. Segundo o delegado Angelo Lages, responsável pela unidade, o conjunto de provas indicou desde o início a ocorrência de violência sexual com uso de força física. O estado em que a vítima chegou à delegacia chamou a atenção da equipe policial durante o primeiro atendimento. Com informações da CNN.
“Ela foi xingada muitas vezes, ali dentro, e também sofreu agressões físicas. Isso chocou muita gente, porque, além de tudo isso que eles já praticaram, ainda agrediram muito essa menina, tanto que ela chegou aqui na delegacia ainda sangrando”, afirmou o delegado. De acordo com Lages, a vítima apresentava lesões aparentes e sinais físicos das agressões quando foi atendida pelos policiais.
“Era visível, inclusive ela estava com lesões aparentes, estava até sangrando, tanto que a gente tentou fazer o flagrante delito. A gente foi até o local do crime, tentamos efetuar a prisão dos criminosos, mas eles já não estavam mais lá. Foi quando, então, a gente prosseguiu com as investigações. Ela foi encaminhada a exame de corpo de delito — peça muito importante — porque o perito disse que todo o relato dela era compatível com as lesões.” O laudo médico-legal anexado ao inquérito registrou lesões na região genital, nas costas e na nádega, além de suspeita de fratura em costela.
