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Por burocracia, Pizzolato quase passa ano novo na prisão

Reportagem de Mônica Bergamo em sua coluna na Folha.

Henrique Pizzolato quase passa as festas de Ano-Novo na cadeia, mesmo tendo cumprido as formalidades para que pudesse receber o indulto. Além de cumprir um terço da pena a que foi condenado, ele saldava regularmente as parcelas da multa imposta pela Justiça. Mas, por problemas administrativos, o acordo de pagamento não tinha sido formalizado.

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Ao ser informado do atraso da burocracia, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), confirmou a demora em telefonema à Procuradoria da Fazenda Nacional. E mandou soltar o ex-diretor do Banco do Brasil, que deixou a prisão na tarde de quinta (28).

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“O direito penal, tal como o pratico, deve ser moderado, sério e igual para todos”, afirma o magistrado.

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Na Itália, ele pode ser ouvido