Por que avião que caiu em Gramado (RS) não tinha caixa preta

O avião modelo Piper Cheyenne, que caiu em Gramado, na Serra Gaúcha, deixando 10 mortos e 17 feridos, não tinha caixa-preta, o que dificulta as investigações sobre a tragédia com a aeronave fabricada entre 1984 e 1991 pela empresa estadunidense Piper Aircraft.
Fabio Borille, especialista em segurança de voo, explicou que aviões com capacidade para até nove pessoas não são obrigados a ter gravadores de dados. “A investigação dependerá de imagens de câmeras de segurança e análise dos destroços. Essa tecnologia é mais antiga, e hoje aeronaves menores já possuem gravadores”, afirmou ao G1.
O Piper Cheyenne é considerado seguro, com capacidade para quase uma tonelada de peso útil. Antes da viagem à Serra, o avião voou entre Jundiaí, interior de São Paulo, e Paraty, litoral sul do Rio de Janeiro.
A tragédia ocorreu no último sábado (21) e envolveu o empresário Luiz Cláudio Salgueiro Galeazzi, de 61 anos, sua esposa, três filhas, a sogra, a irmã, o cunhado e duas crianças. Bruno Cardoso Munhoz Guimarães, diretor da Galeazzi & Associados, também está entre as vítimas, segundo a empresa.
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