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Por que o governo proibiu mais de 20 marcas de azeite neste ano

Azeite de Oliva. Foto: Divulgação

O governo federal intensificou a fiscalização sobre azeites irregulares e já baniu 22 marcas em 2025. As ações, conduzidas pela Anvisa e pelo Ministério da Agricultura, identificaram produtos falsificados, com origem duvidosa ou fabricados por empresas com CNPJ irregular.

Desde 2024, o governo já registrou mais de 70 proibições envolvendo azeites no país. Entre os motivos mais frequentes estão adulteração, presença de óleos vegetais, problemas sanitários e irregularidades nas embalagens e rótulos.

Entre as marcas proibidas ou que tiveram lotes vetados pelo governo em 2025 estão Azapa e Doma, ambas em fevereiro; Alonso, Quintas D’Oliveira, Almazara, Escarpas das Oliveiras, La Ventosa e Grego Santorini, em maio; San Martín, Castelo de Viana, Terrasa, Casa do Azeite, Terra de Olivos, Alcobaça, Villa Glória, Santa Lucía, Campo Ourique, Málaga e Serrano, em junho; Vale dos Vinhedos, em julho; Los Nobles, em setembro; e Ouro Negro, em outubro.

Todas foram alvo de apreensão e tiveram a venda proibida por apresentarem irregularidades de origem, composição ou registro. Em operações recentes, agentes federais encontraram azeites com composição desconhecida e indícios de fraude fiscal. O governo alerta que o consumo desses produtos representa risco à saúde do consumidor.