Professores de Palmas fazem greve de fome para tentar trazer prefeito de volta à negociação

Desde 5 de setembro profissionais da educação de Palmas, capital do Tocantins, estão em greve. As/os grevistas reivindicam pagamento de reajuste salarial e de direitos garantidos em lei, atrasados desde 2013..
Jeffirson Ramos, professor da rede pública municipal em Palmas afirma que a greve de fome ocorre por falta de diálogo com prefeito da cidade, Carlos Amastha (PSB).
E a greve de fome foi o último instrumento de luta que a gente teve porque o prefeito se nega a negociar e a dialogar com o sindicato que representa a categoria
Ao todo sete professores estão em greve de fome neste momento. São eles: Antônio Chadud, Neilon William, Pinheiro Alves, Márcio Brasil, Tahina Paz, Vinícius Luduvice e Fábio Lopes.
O estopim para a greve de fome foi a declaração do prefeito afirmando que cortaria o ponto dos mil professores que seguem em greve.
Segundo nota do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Tocantins, a categoria tentou diálogo com o prefeito no último dia 19, uma vez que, a proposta feita não atendia aos anseios da categoria. O Sintet enviou ofício solicitando com urgência a realização de uma audiência, porém, não houve resposta.
“A questão é que o prefeito não dialoga e age como se fosse ditador, só ele tem razão, não quer escutar os grevistas ou o sindicato e se nega a abrir mesa de negociação”, disse Ramos.
