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Após novas regras do TSE, PT pede para desvincular “Exército do Lula” da campanha

Luiz Inácio Lula da Silva
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva – Foto: ESTADÃO CONTEÚDO

A coligação Brasil Pronto pra Mais, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta sexta-feira (16), que o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones (Rede), não seja considerado vinculado à campanha. A defesa afirma que a página não recebe financiamento, equipamentos, serviços ou suporte profissional da candidatura. Com informações d Cnn.

Os advogados também negam que a campanha oriente as publicações, defina a frequência das mensagens ou divulgue o endereço do canal em perfis oficiais. “O canal não recebe recursos, bens ou serviços da campanha, da coligação ou dos partidos que a integram”, sustentou a coligação, que classifica a iniciativa como manifestação espontânea de uma pessoa física.

O pedido veio após o TSE aprovar regras para definir a ligação entre canais de apoiadores e campanhas. Na terça-feira (13), o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, mandou suspender o canal até seu registro na Justiça Eleitoral; a campanha informou o endereço no registro de candidatura e pediu reconsideração da medida. Flávio Bolsonaro (PL) havia acusado o grupo de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. O canal voltou ao ar na quarta-feira (14).