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Queiroga chama vacinação em adolescentes de ‘intempestiva’, culpando governadores

No Terça Livre, canal de fake news, ministro da Saúde diz ser contra uso obrigatório de máscara . Foto: Reprodução/YouTube

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta quinta (16) que a aplicação da vacina contra Covid-19 em adolescentes foi feita de maneira “intempestiva” e criticou estados por não seguirem as orientações federais.

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Ministro Queiroga, aquele que suspende vacinação de adolescentes

“Estados e municípios iniciaram essa vacina antes, até no mês de agosto, vacina que era para começar ontem”, disse ele durante entrevista coletiva. “Como conseguimos coordenar a campanha dessa forma?”.

De acordo com Queiroga, estados estariam aplicando vacinas de outros fabricantes além da Pfizer, que é o único autorizado pela Anvisa para menores de idade. “Sigam a recomendação do PNI [Plano Nacional de Imunização], não apliquem vacinas que não têm autorização da Anvisa”, disse. “Não vamos aceitar isso. Temos compromisso com todos os brasileiros, mas em especial com os adolescentes, que são o futuro dessa nação”.

Segundo ele, quase 3,5 milhões de adolescentes já receberam o imunizante. “Três milhões e meio que receberam a vacina de forma intempestiva”, classificou.

Ontem à noite, a pasta suspendeu a vacinação para adolescentes sem comorbidades. Alguns estados já estavam aplicando o imunizante nessa população, enquanto outros previam começar hoje.

Com informações do UOL.

Alckmin na prefeitura?

De José Cássio no DCM:

“Ele não tem mais a caneta”.

O comentário irônico de um militante dá a exata noção do isolamento de Geraldo Alckmin no PSDB.

A mesma caneta que funcionou em 2016 quando, no comando do Estado, determinou que João Doria seria o candidato do partido à prefeitura de SP pesa agora contra ele.

E quem lhe castiga é o marqueteiro que Geraldo ajudou tornar-se prefeito da capital.

“Geraldo está ferrado. É questão de tempo”, comentou com o DCM um importante militante do partido.

O ocaso do ex-governador deve ser visto pela sociedade não sob o prisma do ambiente interno, mas externo.

O melhor, agora, segundo apoiadores, é torcer pelo fracasso de Doria na eleição para a presidência e de Rodrigo Garcia ao governo do Estado.

É a única chance que tem para retomar o controle da militância.

E tentar renascer das cinzas, junto com o partido que ajudou a fundar, e se eleger prefeito de São Paulo na sucessão de Ricardo Nunes, em 2024.