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De Paulinha Leite ao “Rei do Bolão”: apostadores transformam jogos em negócio

Bilhetes e bolas de loteria
Bolas usados em sorteios de bingo. Foto: Reprodução

Os bolões reúnem apostadores para bancar jogos com mais dezenas e dividir eventuais prêmios. Na Mega-Sena, uma aposta simples de seis números custa R$ 6 e oferece chance de uma em 50.063.860; um jogo com 15 dezenas custa R$ 30.030 e reduz a probabilidade para uma em 10.003, segundo a Caixa.

A ex-BBB Paulinha Leite administra a empresa Unindo Sonhos, especializada em bolões, e afirma ter acumulado mais de 60 premiações em modalidades como Mega-Sena e Lotofácil. Ela também enfrenta processo movido pela Caixa desde 2022, que questiona a comercialização on-line dos bolões. O TRF-1 autorizou provisoriamente o funcionamento da empresa, desde que ela não use marcas da Caixa e deixe claro não ter vínculo com o banco.

Em Fortaleza, o empresário Alessandro Montenegro, da Loteria Aldeota, ficou conhecido como “Rei do Bolão” após participar de premiações relevantes na Mega-Sena e na Lotofácil. Em Goiás, o sargento da PM Glacieu Andrade coordena há 13 anos um grupo que hoje reúne mais de 2 mil participantes e já acumulou cerca de R$ 15 milhões em prêmios. Na Mega da Virada de 2025, o grupo investiu R$ 13,2 milhões, acertou 45 quinas e mais de 2 mil quadras, mas não levou o prêmio principal.