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Relembre 5 empresas condenadas por propaganda enganosa no Brasil

Colgate Xperience Center (CXC). Imagem: reprodução

A recente condenação da Colgate por propaganda enganosa trouxe de volta ao debate casos em que grandes empresas foram punidas por induzir o consumidor ao erro em suas campanhas. A marca de produtos de higiene foi multada por veicular informações consideradas enganosas, reforçando a atuação de órgãos de defesa do consumidor na fiscalização da publicidade.

No Brasil, um dos episódios mais conhecidos foi o da Volkswagen, em 2015, quando a empresa foi processada por anunciar veículos a diesel como menos poluentes, enquanto usava softwares para fraudar testes de emissão. Outro caso emblemático ocorreu em 2012, com a TIM, condenada por propaganda enganosa no plano “Infinity Pré”, que prometia chamadas ilimitadas, mas derrubava ligações para reiniciar cobranças.

Em 2010, o McDonald’s foi multado pelo Procon de São Paulo por vincular a venda do “Lanche Feliz” à distribuição de brinquedos, prática considerada publicidade abusiva direcionada a crianças. Já em 2013, o Banco Panamericano foi condenado por anúncios de crédito consignado que ocultavam informações relevantes sobre juros e restrições, enganando consumidores.

Esses exemplos mostram que setores distintos — de automóveis a alimentação e bancos — já foram alvo de condenações por propaganda enganosa. O caso Colgate se soma a essa lista, reforçando que a prática pode gerar pesadas multas e danos à imagem das empresas, além de destacar a importância da transparência nas relações de consumo.