Justiça aceita recuperação extrajudicial da Ri Happy; entenda

A Justiça de São Paulo aceitou, na sexta-feira (23), o pedido de recuperação extrajudicial do grupo Ri Happy Brinquedos. A juíza Taina Maria Leonardo de Oliveira também protegeu o patrimônio da empresa contra cobranças de credores por 180 dias, para evitar ações individuais que possam esvaziar a companhia ou inviabilizar o plano de recuperação.
Com 292 unidades no país, entre lojas próprias e franquias, o grupo pediu a recuperação no dia 18 para renegociar R$ 827,4 milhões em dívidas. A empresa é dona das marcas Ri Happy e PBKids e informa ter cerca de 2.600 funcionários e receita anual de R$ 1,2 bilhão.
A magistrada negou, porém, a consolidação substancial das empresas do grupo, como havia recomendado o Ministério Público. Com isso, Ri Happy, PBKids e New Toys podem seguir juntas no processo, mas terão patrimônio, dívidas e quóruns de aprovação analisados individualmente. A Cabezón Administração Judicial vai apurar os créditos e examinar o plano apresentado pela rede.
