O único governador candidato à reeleição que não aumentou patrimônio

Eduardo Riedel (PP), governador de Mato Grosso do Sul, foi o único entre os nove chefes estaduais que buscam a reeleição em 2026 a declarar redução de patrimônio em relação a 2022. Os bens informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) caíram de R$ 20.744.288,42 para R$ 16.147.849,34, uma baixa de 22,1% — cerca de R$ 4,6 milhões.
Os outros oito governadores registraram aumento patrimonial. Clécio Luís (União Brasil), do Amapá, teve a maior alta percentual: 462,5%, de R$ 88.520,23 para R$ 497.990. A declaração inclui um veículo de R$ 184,9 mil e três terrenos. Elmano de Freitas (PT), do Ceará, aparece em seguida, com crescimento de 407,8%, ao passar de R$ 72.162,76 para R$ 366.457,71.
O maior bem declarado por Elmano é um rebanho bovino avaliado em R$ 191,1 mil, além de rebanho ovino de R$ 52,6 mil, investimentos e participação em empresa. Também elevaram seus patrimônios Jerônimo Rodrigues (PT), da Bahia; Fábio Mitidieri (PSD), de Sergipe; Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina; Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo; Rafael Fonteles (PT), do Piauí; e Raquel Lyra (PSD), de Pernambuco.
