Justiça rejeita recurso de Rodrigo Faro em caso de propaganda enganosa; entenda

O aprestandor Rodrigo Faro sofreu duas derrotas na Justiça ao tentar reverter a condenação por propaganda enganosa envolvendo a divulgação da Triê Soluções Financeiras. Ele acabou responsabilizado por emprestar sua imagem à empresa, acusada de causar prejuízos a uma consumidora que afirmou ter contratado os serviços após confiar na publicidade estrelada por ele.
Faro apresentou, em 1º de junho, um recurso inominado para tentar reformar a sentença de primeira instância e alegou que não tinha responsabilidade pelos danos sofridos pela autora da ação. No dia 17 do mesmo mês, porém, o juiz considerou o recurso deserto, por falta do pagamento integral do preparo recursal, valor obrigatório para que o pedido seja recebido e analisado.
O apresentador voltou à Justiça em 25 de junho com embargos de declaração, alegando que a decisão anterior não analisou comprovantes de pagamento e não indicou o valor correto das custas. Em 27 de julho, o juiz Daniel de Paula Andrade rejeitou o novo pedido e afirmou que não havia omissão, contradição ou erro a corrigir. Em dezembro do ano passado, a Justiça condenou solidariamente Faro e a empresa a devolver cerca de R$ 4 mil e pagar R$ 15 mil por danos morais.
