Salários, despesas e qualidade de vida: como é viver na Suécia

A Suécia reúne salários elevados, serviços públicos eficientes e um dos maiores índices de desenvolvimento humano do mundo, de 0,95. O país atrai estrangeiros interessados em qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, mas exige planejamento diante do custo alto e do inverno rigoroso, que pode durar até oito meses no norte, segundo o jornal O Globo.
O país não adota salário mínimo nacional por lei: sindicatos e empregadores definem os valores em convenções coletivas de cada setor. A média salarial bruta chega a US$ 5.400 mensais, cerca de R$ 20 mil pela paridade do poder de compra.
Em Estocolmo, o aluguel de um apartamento de um quarto varia de 9 mil a 12 mil coroas suecas, entre R$ 5 mil e R$ 6,6 mil; em Gotemburgo e Malmö, os preços podem ser de 15% a 20% menores. Para trabalhar no país, o Work Permit requer oferta formal de emprego e anúncio da vaga na Europa por pelo menos dez dias.
O salário precisa respeitar o maior valor entre 34.470 coroas suecas mensais e o piso definido para a categoria. Estudantes estrangeiros também podem disputar a bolsa SISGP, que cobre mensalidades, passagens e custos de vida, com auxílio de 12 mil coroas suecas por mês.
