Como o Santos bancou reforços 13 dias após fim do transfer ban

O Santos atribui a redução de cerca de R$ 7 milhões mensais na folha salarial à capacidade de voltar a investir em reforços, 13 dias depois de derrubar o transfer ban da Fifa. O clube anunciou o lateral-direito Rodinei e os meio-campistas Arthur e Lima, está perto de fechar com Everton Cebolinha e mantém conversas por Philippe Coutinho. Com informações do UOL.
Para liberar as contratações, o Santos quitou uma dívida de 2 milhões de euros, cerca de R$ 12 milhões na cotação do período, com o Monaco. A NR Sports, empresa da família de Neymar, ajudou no pagamento e recebeu o direito de comercializar espaços ainda disponíveis no uniforme alvinegro. A empresa tem R$ 90,5 milhões a receber do clube por dívidas com o camisa 10.
A diretoria calcula que as saídas de dez jogadores entre março e setembro, por rescisões, empréstimos e venda, abriram espaço no orçamento. O Santos também argumenta que os novos atletas chegaram livres ou por empréstimo, sem grandes compensações entre clubes. Rodinei assinou até o fim de 2027, enquanto Arthur e Lima têm contratos de quatro meses; o clube adota modelo semelhante nas negociações com Everton Cebolinha e Coutinho.
