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São Paulo: greve de professores é antecipada após proposta “humilhante” de Nunes

Ricardo Nunes (MDB) sério, falando e gesticulando, sem olhar para a câmera
Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo – Divulgação

Professores e servidores municipais da Prefeitura de São Paulo realizarão uma paralisação nesta quarta-feira (16) em protesto contra a proposta de reajuste salarial apresentada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB). A mobilização foi antecipada pela categoria, que inicialmente planejava cruzar os braços no dia 25 de abril, data prevista para o início da greve dos professores da rede estadual de São Paulo. Com informações da Folha de S.Paulo.

A decisão de antecipar o protesto foi tomada pela Aprofem (Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo), em resposta ao anúncio feito por Nunes na quinta-feira (10). Na ocasião, o prefeito encaminhou à Câmara Municipal de São Paulo uma proposta de reajuste de 2,6% para o funcionalismo público, a ser aplicado a partir de maio de 2025. O texto inclui ainda um segundo aumento, de 2,55%, previsto para maio de 2026.

A proposta foi duramente criticada pelos servidores, que a classificaram como “humilhante”. Os profissionais reivindicam um reajuste linear de 12,9% para todo o funcionalismo municipal, além de outras demandas como:

  • Elevação do piso salarial de todos os profissionais da educação, não apenas dos professores;
  • Incorporação dos valores ao plano de carreira;
  • Fim da contribuição previdenciária de 14%.

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