De piano de R$ 400 mil a lago de carpas: os danos atribuídos à obra de Simone Mendes

A cantora Simone Mendes responde a uma ação judicial após o desabamento de um muro durante uma obra em seu imóvel no condomínio Tamboré 1, em Alphaville, na Grande São Paulo. A queda da estrutura, em 6 de novembro de 2024, levou lama e escombros à casa vizinha, pertencente à empresa Black Diamond Holding, administrada pelo músico e guitarrista Léo Stuart, da banda Tihuana. Com informações da coluna de Daniel Nascimento, em O Dia.
Na ação, Stuart afirma que o caso danificou o muro de sua residência, pomar, lago de carpas, canil, piscina e sistema de abastecimento de água. Um piano avaliado em cerca de R$ 400 mil também teria sido atingido. O músico registrou boletim de ocorrência em Barueri no dia seguinte; a inclusão do nome de Simone no documento indica sua relação com o imóvel em obras e não representa responsabilização criminal.
A defesa da cantora atribui o caso às fortes chuvas e afirma que uma empresa contratada conduzia a obra e respondia pela segurança dos trabalhos. Já a perícia judicial apontou ausência de drenagem e de estrutura de suporte no muro, segundo a defesa de Stuart. O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou embargos apresentados por Simone em decisão de 13 de julho de 2026, e a defesa apresentou recurso especial. O valor de R$ 1,3 milhão atribuído à causa não corresponde a uma indenização definida pela Justiça.
