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Socialite que arrecadou fundos para o MBL faz “reuniões virtuais” com candidatos de direita

A socialite Rosângela Lyra, ex-diretora da Dior no Brasil e ex-sogra do jogador Kaká, está organizando “encontros” no WhatsApp com presidenciáveis — todos à direita, mas ela chama de “centro”.

O papo com Bolsonaro foi adiado porque ele foi para a Ásia.

Faltam Geraldo Alckmin, Marina Silva, João Amoêdo, Álvaro Dias e Flávio Rocha, o dono da Riachuelo.

Segundo a Gazeta do Povo, são cerca de mil participantes divididos em quatro grupos administrados por ela.

“Lá estão Eduardo Mufarej, empresário por trás do RenovaBR (movimento que conta com o apoio de Luciano Huck), Richard Back, analista político da XP Investimentos, Sérgio Avelleda, secretário de Transporte de João Doria, e Daniel Braga, que cuida das redes sociais do prefeito”, diz o jornal.

“O mais à esquerda que vai é a Rede da Marina. Não chega ao ‘extremismo Jean Wyllys’ [deputado do PSOL]”, afirma ela, que mereceu uma resposta de Wyllys.

Em 2014, Rosangela batalhou bonito pelo golpe. Fez parte Vem Pra Rua, saiu fantasiada pela Paulista e arrecadou fundos para o MBL na famosa marcha até  Brasília, um dos maiores micos da história.

Depois encontrou Deus na Lava Jato e na “luta contra a corrupção”. Deu no que deu.

Rosângela Lyra