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Spread faz dólar sair mais caro no cartão; veja quem cobra menos

Cartões para uso global, uma nota de 100 dólares e passaporte brasileiro. Foto: Reprodução/Melhores Destinos

Existe um custo pouco destacado nas compras com cartão internacional: o spread cambial. A taxa, aplicada por bancos e fintechs, eleva o valor final das transações em dólar mesmo quando o consumidor já considera IOF e anuidade. As informações são de Beatriz Rocha detalha, pela  E-Investidor, do Estadão.

O texto explica que o spread é um acréscimo sobre a cotação de referência da moeda estrangeira. Na prática, o cliente não paga o câmbio divulgado nos noticiários, mas uma taxa superior definida pela instituição financeira. Especialistas afirmam que pequenas variações percentuais podem gerar diferença relevante na fatura.

A reportagem mostra que bancos tradicionais como Santander e BTG Pactual cobram spread de 6%, enquanto a XP Investimentos aplica percentual equivalente. Entre fintechs, o PicPay trabalha com 5% e o Nubank cobra 3,5% no cartão Ultravioleta.

Também são apresentadas alternativas com spread reduzido ou zerado, como cooperativas de crédito e fintechs. A DolarApp oferece custo total de 0,5% na conversão de moeda. O Mercado Pago zerou o spread após mudanças no IOF e o Inter disponibiliza cartão em dólar sem cobrança da taxa, reforçando a importância de comparar o Custo Efetivo Total antes da escolha.