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Starlink perde ritmo no Brasil, mas avanço sobre telefonia preocupa operadoras

Logotipo da Starlink – Foto: Reprodução

A Starlink perdeu velocidade na conquista de clientes de internet por satélite no Brasil, seu segundo maior mercado, mas passou a chamar atenção de investidores pelo avanço de seus planos na telefonia móvel. A empresa de Elon Musk superou 1 milhão de assinantes ativos no país em janeiro, enquanto os registros da Anatel apontavam 871 mil acessos em julho, com metodologia diferente. Com informações do Uol.

Após um pico de 54 mil novos acessos em dezembro de 2025, a média mensal caiu para 33 mil no primeiro trimestre de 2026 e chegou a 44 mil no segundo. Em julho, foram 35 mil novos acessos. A companhia enfrenta limites de capacidade em regiões densamente povoadas, obstáculos físicos nas cidades e a concorrência da fibra óptica, embora tenha reduzido o preço do plano residencial de entrada para R$ 189 mensais.

A SpaceX, controladora da Starlink, comprou licenças de espectro nos Estados Unidos e quer ampliar o serviço Direct to Cell, que conecta celulares convencionais aos satélites. A tecnologia ainda atende principalmente mensagens, emergências e dados limitados, mas pode evoluir para conexão 5G. No Brasil, não há indicação de uma rede móvel própria da empresa: os movimentos apontam, por enquanto, para parcerias com Vivo, TIM e Claro.