Durante a operação, policiais encontraram em seu apartamento, em Santos, R$ 50 mil, mais de US$ 10 mil, 1.135 euros, além de celulares, computadores e documentos. Parte do dinheiro estava acompanhada de bilhetes com anotações como “R$ 2 mil Tadeu” e “R$ 6 mil Silvinha”. Também foram apreendidos cartões bancários, registros de armas e certificado de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC).
A defesa de Pardini, representada pelos advogados Octávio Rolim, Patrícia Cristina de Britto Moita e Beatriz Mâncio, afirmou em nota que o cliente “nega veementemente toda e qualquer participação, seja ela direta ou indireta, nos fatos que estão sendo apurados”. Os advogados acrescentaram que ele “está à disposição das autoridades para colaborar” e ressaltaram que sua vida sempre foi voltada “ao trabalho lícito e ao cuidado com a família”.