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Tarcísio defende PMs após erros básicos de português: “Quem não erra?”

Erros de ortografia são registrados em monitoria de escola cívico-militar. Foto: Reprodução

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, saiu em defesa dos monitores militares após erros de português registrados durante a aula inaugural de uma escola cívico-militar em Caçapava, no interior paulista. Segundo ele, os equívocos não envolvem professores da rede estadual. “Quem não erra? Você trabalha com comunicação, você nunca errou? Ele estava ensinando a ordem unida. Ele não está lá para dar aula”, afirmou em entrevista à Rede Vanguarda.

Tarcísio reforçou que os monitores têm função comportamental, sem interferência pedagógica. “Ele não vai interferir em pedagogia. Ele está lá para ensinar postura”, disse. Ao comentar práticas como canto do hino e apresentação da turma, questionou: “Qual o problema disso?”. Para o governador, trata-se de deferência e civismo, enquanto o conteúdo permanece sob responsabilidade dos docentes.

O governador lamentou o erro, mas rejeitou punições. “O erro não é legal, mas eles não estão lá pra isso, eles não são professores. A gente não pode crucificar uma pessoa porque ela cometeu um erro no quadro”, declarou. O caso ocorreu na Escola Estadual Professora Luciana Damas Bezerra, onde monitores escreveram “descançar” e “continêcia” durante atividade de ordem unida.

Confira o vídeo: