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Tarcísio Filho mostra DRT e diz que sindicato pediu R$ 27 mil

Tarcísio Filho
O ator Tarcísio Filho. Foto: Ronny Santos/Folhapress

Tarcísio Filho apresentou imagens de sua carteira de trabalho para rebater a informação do Sated-RJ de que não teria o registro profissional de ator, conhecido como DRT. O documento aponta que Tarcisio Pereira de Magalhães obteve o registro em São Paulo, em 29 de julho de 1980, sob o número 3511.

O presidente do sindicato, Hugo Gross, havia classificado como “inadmissível” a suposta falta de registro e afirmou que um assessor do ator procurou a entidade para verificar sua situação cadastral. Segundo Gross, o representante de Tarcísio Filho teria dito que o artista não demonstrava interesse em regularizar a situação.

O ator afirmou que buscou o Sated-RJ no início de julho porque não encontrava o documento original e pagou R$ 2.200 por uma pesquisa sobre o número do registro. Ele disse que recebeu depois a informação de que não possuía DRT e poderia regularizar a situação mediante uma taxa de R$ 27 mil. Tarcísio Filho suspendeu o pedido, encontrou a carteira horas mais tarde e informou o sindicato. Gross afirmou que o valor corresponderia a 20% dos contratos de trabalho do ator nos últimos anos.