Terremoto no Japão atinge nível máximo de intensidade e provoca alerta para danos graves

O terremoto que atingiu a província de Kumamoto, no sul do Japão, na terça-feira, recebeu classificação preliminar no patamar mais alto da escala de intensidade usada pela Agência Meteorológica do Japão. A primeira-ministra Sanae Takaichi afirmou, em Tóquio, que o governo ainda avaliava a extensão de vítimas e danos materiais.
A escala japonesa, chamada Shindo, é diferente da escala Richter, usada internacionalmente para medir a magnitude de um terremoto, ou seja, a energia liberada no epicentro. O Shindo mede a intensidade do tremor em um ponto específico da superfície; por isso, uma mesma ocorrência pode registrar níveis diferentes conforme a distância em relação ao epicentro.
O sistema vai de 0 a 7, com os níveis 5 e 6 divididos em “inferior” e “superior”. No nível 7, a Agência Meteorológica afirma que é “impossível permanecer de pé”; pessoas podem ser “lançadas pelo ar”, móveis podem tombar e construções sofrer danos graves. O Japão usa uma rede de sismógrafos para emitir alertas a celulares, TVs, indústrias e sistemas de transporte antes da chegada das ondas sísmicas mais destrutivas.
⚠️ #Japón: Una cámara en vivo registró el Terremoto de magnitud 7.1 en la ciudad de #Kumamoto, a solo 10 km de profundidad.
Observe como el edificio se tambaleó y resistió a las fuertes sacudidas del #sismo.
🟥 La intensidad fue estimada en 7 de la escala Shindo (La más alta). pic.twitter.com/1ip5rK1PVn
— 𝗔𝗦𝗜𝗦𝗠𝗘𝗧 (@Asismet_IF) July 28, 2026
