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Testemunhas afirmam que foram dispensadas pela Polícia Militar do local da morte de Marielle

Da Folha.

Policiais militares dispensaram testemunhas do assassinato da vereadora do PSOL Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes na noite de 14 de março, segundo reportagem do jornal O Globo.

De acordo com duas pessoas ouvidas pelo jornal, logo depois do assassinato, policiais do 4º Batalhão da PM, de São Cristóvão, chegaram ao local e ordernaram que todo o mundo se afastasse, com exceção da assessora da vereadora, que estava no carro e sobreviveu. Ambas afirmaram que agentes sugeriram que todos fossem para casa.

Segundo o relato dos dois presentes, o carro em que Marielle estava foi fechado por um Cobalt de cor prata e quase subiu no meio-fio. Em seguida, dizem, um homem negro sentado no banco traseiro colocou o braço para fora e apontou uma arma que parecia ter um silenciador.

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O carro de Marielle pós-atentado