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Como diferenciar timidez de transtorno de ansiedade social

Pessoa sentada com expressão de desconforto em situação social
Imagem ilustrativa

Ficar constrangido ao falar em público, conhecer pessoas ou ser o centro das atenções pode fazer parte da timidez. Esse traço de personalidade não impede, por si só, que alguém mantenha relações, estude, trabalhe ou enfrente situações necessárias, mesmo com desconforto.

O transtorno de ansiedade social, também chamado de fobia social, envolve medo intenso e persistente de avaliações negativas ou julgamentos. A pessoa pode evitar apresentações, reuniões, encontros e conversas cotidianas, ou enfrentar esses momentos com ansiedade intensa. Rubor, tremores, fala baixa, gagueira e dificuldade para manter contato visual estão entre os sinais possíveis.

Para o diagnóstico, os sintomas devem durar ao menos seis meses e causar prejuízos relevantes na rotina, conforme os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Quando o medo leva alguém a recusar oportunidades, se afastar de relações ou abandonar atividades importantes, a avaliação com psicólogo ou psiquiatra pode orientar o tratamento, que pode incluir psicoterapia e medicamentos em alguns casos.