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VÍDEO: Coronel mudou tom ao ligar para 190 e trocou de roupa após PM ser baleada

A PM Gisele Alves Santana. Foto: reprodução

Áudios e imagens obtidos pela imprensa registram as ligações feitas pelo tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto após a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, ser baleada dentro do apartamento onde o casal morava no bairro do Brás, em São Paulo, no dia 18 de fevereiro. Na chamada ao 190, o oficial se identifica e afirma que a esposa “se matou com um tiro na cabeça”, pedindo o envio de uma viatura e de uma equipe de resgate.

Durante a ligação, a atendente pergunta se ele havia verificado a respiração da mulher. O coronel responde que ela estava “muito ruim” e pede rapidez no atendimento. Em seguida, ele também entra em contato com o 193, do Corpo de Bombeiros, para solicitar socorro. As gravações passaram a integrar o material analisado pelos investigadores que tentam reconstruir a sequência de acontecimentos no apartamento.

Imagens do prédio registraram o coronel no corredor falando ao telefone e, algum tempo depois, ele aparece novamente com outra roupa. Segundo a investigação, ele teria tomado banho nesse intervalo. Naquela manhã, o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo, também foi ao prédio após ser acionado pelo oficial. A defesa do magistrado informou que ele foi chamado como amigo do coronel e que eventuais esclarecimentos serão prestados à polícia judiciária.

 

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