Viúva de policial civil é presa suspeita de mandar matar o marido

Policiais do Grupo de Operações Especiais (GOE) prenderam Maria Francileide Nunes Moreira do Nascimento na noite desta terça-feira (21), em Guarulhos, na Grande São Paulo. A Justiça decretou a prisão preventiva dela sob suspeita de orquestrar a morte do marido, o policial civil Arnaldo José Nascimento, assassinado em janeiro dentro de uma gráfica em São Miguel Paulista, na zona leste da capital.
A investigação aponta que Maria Francileide contratou executores e pagou R$ 200 mil pelo crime. O caso começou como latrocínio, mas mudou de rumo após a polícia reunir elementos de que a viúva teria planejado o homicídio. Arnaldo, de 57 anos, morreu em 6 de janeiro com quatro tiros na cabeça no comércio que mantinha com a esposa.
A prisão ocorreu semanas depois de Ronaldo da Silva, conhecido como Tatu e apontado como autor dos disparos, relatar à polícia a trama do crime. Douglas Cabral de Oliveira, indicado como comparsa, também está preso. Maria Francileide deve passar por audiência de custódia nesta quarta-feira (22).
