Voo panorâmico sem portas custou R$ 2.550 a turistas mortas em queda no Rio

As turistas colombianas Rocio Cubillos, Sofia Murillo e Wendy Manrique pagaram R$ 2.550 por um voo panorâmico de cerca de 20 minutos no Rio de Janeiro. As três, que eram da mesma família, morreram no sábado (8) após o helicóptero Robinson R44, de matrícula PP-MFS, cair em uma encosta próxima à Vista Chinesa, na zona sul da capital fluminense. Com informações de Metrópoles.
O piloto Alessandro Rocha também morreu. O passeio, contratado com a Voos Rio Panorâmico, ocorria sem as portas laterais da aeronave e previa sobrevoar pontos turísticos, entre eles a Floresta da Tijuca. A queda provocou explosão e incêndio na mata, e o Corpo de Bombeiros mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e quatro unidades operacionais no resgate.
A Polícia Civil e as autoridades aeronáuticas investigam as causas do acidente. Documentos da Anac apontam que o helicóptero, fabricado em 2001, estava regular e autorizado para uso da empresa, que o adquiriu em julho de 2025. A agência autorizou a Voos Rio Panorâmico a explorar o serviço em outubro daquele ano, após analisar documentos, equipamentos, aeronaves e procedimentos de segurança.
