Zezé di Camargo, aquele que disse que não houve ditadura no Brasil, critica comoção com assassinato de Marielle
Em seu perfil no Instagram, Zezé di Carmargo criticou a comoção nacional sobre a morte de Marielle Franco e fez um desabafo ao compartilhar uma publicação que fala sobre o assassinato da médica Gisele Palhares, morta em 2016 com dois tiros.
“Embora mulher, não era negra, não era pobre, não era feminista, não era militante de partidos políticos, não frequentava os círculos LGBT, não era MTST, CUT ou PSOL, não estava dentro dos programas de assistências de cotas do governo. Enfim, não preenchia os requisitos necessários para uma mobilização nacional”, diz o texto.
Na legenda, Zezé escreve: “Vamos refletir?!!! Como cidadão tenho direito de expressar minha opinião (opinião). Aos que concordam comigo, obrigado!! Aos que divergem, apenas conteste sem ofensas. Lembrando, apenas, que o texto não é meu. Repostei, porque achei coerente e verdadeiro. Parabéns ao autor!! Transformar uma barbárie em politicagem, não!!! Obs: esse crime aconteceu em 2016. O texto foi postado um dia depois do acontecido. Por isso o ‘ontem’”.
Zezé Di Camargo é aquele que disse a Leda Nagle que não houve ditadura no Brasil e sim que “vivíamos num militarismo vigiado”.
Segundo Aldir Blanc, Zezé “deveria abrir a cloaca só para cantar aquelas merdas”. Faz sentido.

