
Os Estados Unidos realizaram, pela primeira vez desde o início da guerra, um sobrevoo com bombardeiros B-52 sobre o Irã, segundo o New York Times. Essas aeronaves são parte da principal força estratégica do país e têm como objetivo atacar rotas de abastecimento militar iranianas.
O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, afirmou que os bombardeiros iriam bombardear cadeias de suprimentos de mísseis, drones e navios do Irã. Apesar da missão, o país não comentou publicamente sobre o sobrevoo.
A presença dos B-52 no espaço aéreo iraniano pode sugerir falhas na segurança do país, uma vez que esses bombardeiros são vulneráveis a sistemas de defesa antiaérea. Os bombardeiros B-52 são conhecidos por sua capacidade de realizar missões de longo alcance e por serem parte essencial da força aérea dos EUA há mais de 60 anos.

O B-52, uma aeronave de bombardeio pesado, pode lançar uma variedade de munições, desde bombas de fragmentação até mísseis de precisão.
Considerado a “espinha dorsal da força de bombardeiros estratégicos” dos EUA, o modelo tem um papel central em operações militares de alto risco, incluindo ataques aéreos e marítimos.
Ela foi projetado para voos de longo alcance, sendo capaz de transportar munições nucleares e realizar ataques a grandes distâncias. A aeronave é conhecida por ser extremamente rápida e permitir uma ação extremamente rápida dos EUA.
Em apenas duas horas de voo, o B-52 pode analisar cerca de 364 mil quilômetros quadrados da superfície do oceano. Além disso, ele pode ser equipado com sensores infravermelhos, o que aprimora suas capacidades de mira e combate. Para missões noturnas, os pilotos usam óculos de visão noturna, aumentando ainda mais a eficácia do bombardeio.