Ex‑agente da CIA diz que tiroteio no jantar com Trump foi “forjado”

Atualizado em 27 de abril de 2026 às 15:10
Evacuação e tumulto após tiros durante jantar dos correspondentes da Casa Branca neste sábado (25). Foto: Yuri Gripas/EFE

O ex‑agente de inteligência da CIA Larry Johnson disse que o tiroteio no Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca teria sido “completamente encenado”, sugerindo que o evento foi parte de uma manipulação midiática ou “teatro político”.

A alegação contraria relatos oficiais sobre o incidente ocorrido no Washington Hilton em 25 de abril de 2026. Johnson aponta que o Serviço Secreto quebrou protocolos de segurança, evacuando primeiro o vice‑presidente JD Vance enquanto deixava o presidente Donald Trump para trás, e que isso indicaria uma encenação.

Ele levanta a hipótese de que o ataque tenha sido uma armação, lembrando que o atirador escapou sem ser alvejado, como determina o padrão em situações como essa, e apenas algemado.

O tiroteio no jantar — um evento tradicional que reúne o presidente, altos funcionários do governo e centenas de jornalistas — resultou na detenção do suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, de Torrance, Califórnia, que atravessou barreiras de segurança armado.

Allen foi apreendido por agentes e enfrenta acusações que incluem uso de arma de fogo em crime violento e agressão a um oficial federal.

Membros da cúpula do governo americano foram retirados de cena após os disparos, não deixando o evento por escolha própria, mas por medidas de segurança urgentes. Um agente do Serviço Secreto teve ferimentos leves graças ao uso de colete à prova de balas.

Relatos oficiais destacam que Cole Allen agiu sozinho, no estilo “lobo solitário”.

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