Gabigol marcou o terceiro gol contra o patético Witzel. Foi o mais bonito. Por Kiko Nogueira

Gabigol parte para o abraço após o segundo gol contra o River na final da LibertadoresWi

O terceiro gol de Gabigol no jogo do Flamengo contra o River aconteceu depois da partida.

Numa cena patética, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, se aproximou do craque para cumprimentá-lo.

O que era um aperto de mão virou um circo: Witzel se ajoelhou e tentou emular aquela graça de engraxar as chuteiras.

Gabigol percebeu a jogada e deixou Witzel plantado no gramado do Monumental de Lima.

O camisa 9 rubro-negro olhou para baixo, viu o basbaque e saiu caminhando.

Só faltou cuspir.

Largado em seu ridículo, Witzel se levanta e procura uma nova vítima ali perto, mais perdido que peru bêbado.

Gabigol havia marcado duas vezes, aos 43 e aos 46 minutos do segundo tempo, dando ao time o título da Libertadores.

A omissão dos jogadores brasileiros diante dos palhaços de extrema direita foi quase redimida por Gabigol.

Quase.

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