Galã da Globo conta que no começo de carreira perguntaram se ele sabia andar e falar ao mesmo tempo

Segundo entrevista do ator Cauã Reymond , a Veja Rio, a frase, dita em tom profético por uma pessoa influente do meio artístico, jamais foi esquecida por Cauã Reymond. Na época, o então jovem estreante, campeão de jiu-jítsu, modelo, surfista de cabelos encaracolados e que fazia seu primeiro papel em Ma­lhação, engoliu em seco ao ouvir: “Com esse biótipo você nunca vai ser protagonista”. Pouco depois, quando surgiu a chance de debutar em uma novela, um colega da TV Globo foi ainda mais cruel: “Mas você sabe andar e falar ao mesmo tempo?”. O ator não só não se abateu diante das perguntas e dos comentários capciosos como se transformou em um dos nomes mais requisitados da televisão e do cinema. No dia 19 chega às telonas Uma Quase Dupla, em que ele estreia no gênero comédia escrachada vivendo um policial apatetado ao lado de uma detetive sagaz, interpretada por Tatá Werneck. Nos próximos meses será lançado o filme Piedade, em que Cauã aparece totalmente despido em cenas tórridas com Matheus Nachtergaele. Tem mais. Ele acabou de gravar a série Ilha de Ferro, cuja trama gira em torno do trabalho e dos dilemas na vida em uma plataforma de petróleo, e se prepara para rodar um longa na pele de dom Pedro I. Ainda está escalado para ser o par romântico de Paolla Oliveira em Troia, novela das 9 que irá ao ar no primeiro semestre de 2019. Só um detalhe: em todas as produções Cauã é protagonista. “Lá no início, quando duvidaram de mim, fiquei calado. Minha resposta sempre foi o trabalho”, orgulha-se.

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