
A deputada Gleisi Hoffmann criticou a Folha de S.Paulo neste domingo (8) e acusou o jornal de fazer “terrorismo fiscal” ao tratar da economia e da possibilidade de recessão no Brasil.
Em publicação no X, a parlamentar afirmou que a Folha estaria “prevendo, pregando, querendo uma recessão econômica para o Brasil”.
Gleisi também disse que o jornal admite apenas uma alternativa para a redução dos juros: o corte de programas do governo que elegeram o presidente Lula.
“A Folha caprichou na manchete com seu terrorismo fiscal”, escreveu a deputada ao contestar a abordagem do jornal sobre a política econômica.
A @folha caprichou na manchete com seu terrorismo fiscal. Está prevendo, pregando, querendo uma recessão econômica para o Brasil. Só admite uma saída para a queda dos juros: corte nos programas de governo que elegeram o presidente @LulaOficial. É uma das vozes mais ativas e defensoras do mercado financeiro.
O que melhora a edição de hoje é a coluna da @folha_ombudsman, Alexandra Moraes e o artigo de opinião do empresário Josué Gomes da Silva. Ambos criticam a interdição do debate sobre juros, feita pelo Jornal e pelo mercado financeiro. Vamos sempre lembrar que a Folha não disputou nem ganhou as eleições. Assim como o mercado, que apostou no outro candidato. O país precisa e merece um debate sério e amplo sobre todas as possibilidades para acabar com essa chaga no Brasil: os juros exorbitantes, criminosos.— Gleisi Hoffmann (@gleisi) November 8, 2026
A parlamentar classificou a Folha como uma das vozes mais ativas na defesa do mercado financeiro e vinculou essa atuação ao debate sobre a taxa de juros.
Gleisi elogiou a coluna da ombudsman Alexandra Moraes e um artigo do empresário Josué Gomes da Silva. Para ela, ambos criticaram a interdição do debate sobre juros pelo jornal e pelo mercado financeiro.
A deputada afirmou ainda que a Folha não disputou nem venceu as eleições e declarou que o mercado financeiro “apostou no outro candidato”.
Ao final da publicação, Gleisi defendeu um debate sério e amplo sobre alternativas para reduzir os juros, que classificou como “exorbitantes, criminosos”.