Globo elogia a China e critica “as democracias” no Fantástico

Atualizado em 26 de abril de 2026 às 23:48
O repórter Felipe Santana, do Fantástico, na China

O que não faz um jabá.

O Fantástico elogiou a China por “ter o mesmo partido há quase 80 anos” no poder, enquanto em democracias, “principalmente as polarizadas, a gente vê um monte de político que começa obra e não termina, e aí o próximo não quer nem encostar”.

Foi na estreia de uma série picareta chamada “Entre Dois Mundos”, comparando os modelos de infraestrutura de China e Estados Unidos, destacando os contrastes entre os sistemas de transporte das duas potências. O primeiro episódio aborda como os trens, metrôs e aeroportos se tornaram símbolos da disputa de influência global entre os países.

Em Xangai, um exemplo de modernização mostrado foi o trem Maglev, que conecta o aeroporto ao centro da cidade em apenas 7 minutos e 12 segundos. Esse trem, movido por levitação magnética, alcança 420 km/h, refletindo a velocidade com que a China saiu da pobreza extrema para se tornar uma potência tecnológica. A infraestrutura chinesa, sob comando estatal, cresce em um ritmo acelerado e organizado.

Por outro lado, os Estados Unidos, especialmente Nova York, vivem o oposto. A cidade, antes símbolo do capitalismo e da modernidade, sofre com uma infraestrutura decadente. Um exemplo disso é a Penn Station, que foi demolida nos anos 1960 e substituída por uma estação subterrânea que ainda enfrenta problemas de superlotação. Além disso, a linha de trem para o aeroporto JFK teve um custo de aproximadamente US$ 2 bilhões e levou décadas para ser finalizada.

O repórter destaca que, enquanto a China constrói de maneira consistente e eficiente, os Estados Unidos enfrentam dificuldades. Viva a economia centralizada. Bem que os bolsonaristas avisaram que a Globo é comunista.

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