“Indignada” com o tapetão de Trump, Globo abraçou Aécio quando não aceitou a derrota e sabotou a democracia

A Globo tem espancado Donald Trump por querer a recontagem nos estados onde perdeu para Biden após os votos pelo correio.

Os colunistas todos, como de hábito, concordam entre si: Trump não aceita ter perdido a eleição e por isso vai para o tapetão.

É, em resumo, um lixo humano.

Guga Chacra, correspondente em Nova York, faz o papel de grilo falante.

Biden desde criancinha, o menino Guga, que de menino não tem nada, foi escalado para dar o chilique oficial.

Ele ocupa o lugar que foi de Merval Pereira como porta-voz da turma e, evidentemente, da empresa.

Em sua coluna de hoje no jornal dos Marinhos, chama o presidente dos EUA de “narcisista”, “mimado”, “psicopata” e “fracassado”.

“É, sem dúvida, o pior ser humano a ter exercido o cargo de presidente dos EUA na história moderna. Talvez na História. Uma pessoa má, indecente”, aponta.

Todos os outros, Nixon incluído, eram porretas.

Trump pode ser tudo isso. Mas a Globo não está interessada na democracia. É torcida, mesmo.

Em 2014, Aécio Neves embarcou em sua louca cavalgada golpista após ser derrotado por Dilma — sempre com a Globo lhe dando palanque.

Em outubro, prometia guerra.

Pouco depois, ao amigo Roberto D’Ávila, na GloboNews, subiu nas tamancas.

“Na verdade, eu não perdi a eleição para um partido político”, disse.

“Eu perdi a eleição para uma organização criminosa que se instalou no seio de algumas empresas patrocinadas por esse grupo político que está aí”.

Merval, que pregara o voto útil em Aécio, passou para a história com a cara de bunda (perdoem meu latim, mas não há outra expressão mais adequada) ao noticiar a virada da petista sobre o tucano ao vivo.

Fez campanha pelo impeachment na primeira semana.

Paranormal, chegou a escrever que “já aparecem relatos de que a presidente Dilma estaria deprimida, e que teria até mesmo chorado recentemente, depressão atribuída por pessoas próximas às dificuldades por que vem passando na montagem de seu novo ministério. Ela confessou depois que se sentia muito sozinha”.

A choradeira de Guga e cia. com Trump e o amor por Biden não têm nada a ver com jornalismo ou zelo pela lisura do pleito.

Como diz Aécio, é coisa de organização criminosa.