Jim Caviezel, ator de Bolsonaro, diz que o comunismo tomou conta do Brasil

Atualizado em 2 de novembro de 2026 às 21:13
Dark Horse
Jim Caviezel como Jair Bolsonaro, em “Dark Horse”. Foto: Divulgação/Go Up Entertainment

O ator estadunidense Jim Caviezel, que interpreta Jair Bolsonaro em Dark Horse, afirmou que o comunismo tomou conta do Brasil e disse que liberdades civis e direitos estariam sendo retirados da população. A declaração foi feita em entrevista ao Nino’s Corner, de David “Nino” Rodriguez, publicada na sexta-feira (30).

“Você vê o que está acontecendo lá agora”, disse Caviezel, antes de afirmar que “o comunismo tomou conta do país deles”, em tradução livre. O ator também menciona direitos inalienáveis, a vida, a liberdade e a busca da felicidade.

Caviezel respondia a uma pergunta sobre “Dark Horse”, “Ghost Soldier”, seu lançamento e “Zero D.C.” ao associar as três produções a direitos individuais. Sobre o Brasil, não identifica medidas concretas que sustentariam sua avaliação. Também afirma acreditar que o filme sobre Bolsonaro será lançado no momento certo, sem apresentar uma data.

Na sequência, o ator muda para “Ghost Soldier” e afirma que instituições financeiras e bancos controlariam os Estados Unidos. Ele menciona o FMI, o Banco Central Europeu e o BIS, além de bancos ligados aos Rothschild, ao alegar que os cidadãos já não controlariam o país.


A produção, dirigida por Cyrus Nowrasteh, é alvo de uma investigação da Polícia Federal sobre o financiamento com recursos de Daniel Vorcaro. O inquérito examina remessas ao fundo utilizado no projeto e negociações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que nega irregularidades.

Uma planilha examinada pela PF previu US$ 4 milhões para o protagonista, divididos em duas parcelas identificadas como pagamento ao talento principal. O documento não cita Caviezel nominalmente e registra uma previsão orçamentária, sem comprovar que o cachê foi efetivamente pago.

Laura Jordão
Estudante de Sociologia e Política na Fundação Escola de Sociologia e Política; escrevo pelo Diário do Centro do Mundo!