Legado de Silvio Santos, aos 90 anos, é lição de como ganhar dinheiro com lixo, bajulando ditadores e tiranetes

Silvio Santos com o ditador Figueiredo, que lhe deu a concessão de TV

Silvio Santos está fazendo 90 anos e muita gente boa o está incensando como “renovador” da televisão.

Silvio nunca renovou nada. Faz sucesso há décadas com o mesmo programa de auditório e as mesmas piadas ruins (por onde andará Pablo, do “Qual é a música”?).

Pôs na grade o “Aqui e Agora”, criando o filão da violência policial como espetáculo.

Odeia jornalismo e deu voz a uma coleção de boçais fascistas. Sheherazade foi só um deles.

Puxou o saco de todos os presidentes, mas sempre se sentiu à vontade de fato com ditadores e tiranetes delinquentes como Bolsonaro.

Seu legado na TV é um lixo.

Em 2017, ele fez uma “confissão” ao vivo.

“Sabe como é, a memória está acabando. Aliás, não é só a memória que está acabando não. Acabou o cabelo… o cabelo não, que eu ainda tenho um pouco, mas tenho que pintar. Dentadura? Postiça, é claro. Sexo? Não existe mais. Não sei para que eu estou vivendo”, falou.

Ele sabe a resposta: para ganhar dinheiro à custa da ignorância do público.

Feliz aniversário.