
Na terça (10), um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República cometeu suicídio na entrada do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O órgão, responsável pela segurança do presidente e das instalações presidenciais, lamentou o ocorrido em nota e anunciou que um Inquérito Policial Militar será instaurado para apurar os detalhes do caso. O GSI também informou que está prestando apoio à família do militar.
“O GSI/PR lamenta o ocorrido e está prestando apoio à família do militar e segue comprometido em manter seus componentes em plenas condições, para cumprir a sua missão de proteger as instalações sob sua responsabilidade”, diz trecho do comunicado.

O presidente Lula estava cumprindo agenda no Palácio do Planalto no momento do episódio. A agenda do presidente no Alvorada incluía reuniões com autoridades, mas a presença do GSI no local e o ocorrido geraram alterações nas atividades.
O Planalto informou que, devido ao caso, o acesso da imprensa às instalações foi temporariamente suspenso, enquanto as apurações seguem em andamento.
Lula, que havia cancelado sua viagem ao Chile para a posse do presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, teve um encontro com os senadores Randolfe Rodrigues e Jaques Wagner, que durou até por volta das 14h50.
A agenda presidencial previa ainda mais duas reuniões no Palácio da Alvorada, mas não há confirmação se foram mantidas após o episódio.
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