Motorista de Bolsonaro, Nelson Piquet é o retrato acabado do velho ressentido de direita

Atualizado em 7 de setembro de 2021 às 15:51

O Brasil se tornou a terra prometida do velho babaca de direita que se sente autorizado pelo presidente da República a se comportar como um idiota.

Nelson Piquet é só mais um numa longa lista.

Piquet tem feito sucesso com os bolsonaristas por encampar a expressão “Globo lixo” a cada aparição pública.

A mais recente foi com o novo “amigo” — assim ele é apresentado por Jair — na cerimônia de inauguração da Ponte Abunã em Porto Velho (RO).

O que o ex-piloto, hoje empresário, estava fazendo lá não foi esclarecido, mas não existe almoço grátis.

Em 25 de abril, esteve com Bolsonaro em Brasília, noutro de muitos encontros. Certamente não foram falar de automobilismo.

Piquet sempre foi um cafajeste que se passava por “sincerão”. É o mesmo mecanismo que serve para justificar a grosseria de um Diogo Mainardi ou um Pedro Bial.

O sujeito que “não tem papas na língua”, na verdade, é um escroto mal-educado.

Piquet se acomodou a essa era como uma luva.

Filho de ex-ministro da Saúde, cultivava a aparência de bon vivant, aparecendo com mulheres e iates nos tempos de Fórmula 1.

Nunca aceitou o fato de Senna ser mais querido e mais vitorioso. Tem ressentimento da Globo por achar que a emissora preferia Ayrton.

Insinuou algumas vezes que Senna era homossexual. Macho era ele. 

O ódio não arrefeceu depois da morte do rival. Recentemente declarou que o outro “sempre foi muito sujo na sua carreira”.

Bolsonaro não poderia encontrar um garoto propaganda mais adequado.