
Não paguem o mico de pregar que a estátua da liberdade de Nova York representa o feminino. Não embarquem nessa provocação da direita, que usa essa conversa para testar as esquerdas.
A estátua da liberdade é há muito tempo expressão do poderio americano, o econômico, o militar, o armamentista.
O poder de matar crianças, de anunciar a extinção de civilizações, de ameaçar, tarifar, odiar, perseguir e discriminar os diferentes.
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Hoje, a estátua é a expressão do fascismo mafioso trumpista acumpliciado com os irmãos Bolsonaro. Não tem mais nada do que foi em sua origem.
Não romantizem e não vejam a bravura das mulheres nessa estátua de NY e em suas réplicas grotescas espalhadas pelo Brasil. Muito menos a liberdade. A estátua é a imagem do imperialismo destruidor.
Tentem ver o feminino e as mulheres do Rio na estátua do Cristo Redentor.