Nazismo, colaboração, omissão e ignorância. Por Moisés Mendes

Roberto Alvim e o chefe Bolsonaro

Aos que ainda se surpreendem com o caráter nazista do governo e com a performance do demitido Roberto Alvim imitando Joseph Goebbels, este depoimento poderoso, de 1945, de Telford Taylor, coronel americano e um dos acusadores dos julgamentos de Nuremberg: “Como muitos outros, eu era um completo ignorante sobre os campos de extermínio em massa na Polônia, e a compreensão completa do Holocausto só desabou sobre mim vários meses mais tarde, em Nuremberg”.

No Brasil do bolsonarismo, vai ficando cada vez mais evidente quem é protagonista, quem dá suporte na imprensa, entre empresários e nas instituições, quem se omite e quem ainda diz ignorar a estrutura de extrema direita que aparelhou o Estado.

Roberto Alvim já disse que imitou Goebbels por acaso. Demitido, abandonado e jogado na sarjeta, mais adiante poderá alegar obediência devida.

Alvim foi imbecil ao mexer com o Holocausto, num governo que faz (em nome do apoio dos neopentecostais) o jogo da extrema direita fascista israelense.

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