Negacionista Janaina Paschoal diz ser “favorável às vacinas”, mas contra a “imposição” delas

Atualizado em 5 de janeiro de 2022 às 7:55
Janaína Paschoal gabinete do odio
A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP). Imagem: Reprodução

A jurista do golpe contra Dilma Rousseff, Janaina Paschoal, segue na sua jornada negacionista da vacinação, relativizando sua importância na pandemia do novo coronavírus. Nesta quarta (5), ela escreveu contra a “imposição” das vacinas, seja lá o que isso realmente signifique.

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O que Janaina Paschoal escreveu?

Ela disse o seguinte no Twitter:

“O Governador precisa dar uma alternativa aos funcionários públicos que não desejam se vacinar!

Seja a apresentação de teste negativo periodicamente, seja a demonstração da presença de anticorpos, sejam exames a evidenciar que o funcionário é alérgico, que já teve trombose…

Ou algum tipo de doença autoimune!

Não há justificativa nem sanitária, nem legal, para tamanha arbitrariedade.

A própria lei 13.979/20 traz condicionantes à vacinação e, em NENHUM dispositivo, prevê que a negativa constitui falta administrativa!

Ontem, na audiência pública, o representante do CFM, ao se manifestar contrariamente à proposta de os pediatras prescreveram vacinação, disse algo muito significativo.

Ele disse que os pediatras não podem se responsabilizar! Eu compreendo, na medida em que nem mesmo a Industria Farmacêutica se responsabiliza!

Pois bem, eu indago: o funcionário que se vacinar por força do Decreto do Governador, vai pedir indenização a ele ou ao Estado de São Paulo, na hipótese de experimentar um efeito adverso grave?

Reitero que sou favorável às vacinas, mas sou contrária à imposição, sobretudo mediante a privação de direitos básicos.

E sou ainda mais resistente ao estranho costume brasileiro de negar efeitos adversos reconhecidos nas bulas e nos estudos que sustentam a própria vacinação.

A religiosa negação dos efeitos adversos priva as pessoas (que desejam se vacinar) de conhecer os sintomas de alerta e, por conseguinte, de buscar ajuda.

Essa cegueira deliberada, que só beneficia quem vende as vacinas, não tem lugar nos demais países!

Transparência é o que peço!”.

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