Ninguém merece Galvão narrando os jogos da seleção feminina. Por que não uma mulher? Por Roberta Schendler

O Brasil brilha na Copa do Mundo de Futebol Feminino

Está faltando uma narradora nos jogos da Copa do Mundo de Futebol Feminino.

O torneio acontece na França entre 7 de junho e 7 de julho.

O Brasil estreou com vitória sobre a Jamaica, com uma atuação brilhante de Cristiane.

E quem estava fazendo a locução na Globo?

O velho Galvão Bueno, sempre ele.

O SporTV vai mostrar todos os 52 jogos em seus três canais, com a possiblidade de aproveitar Glenda Kozlowski na narração.

Possibilidade, repito.

Galvão divide o show com o chato Caio Ribeiro e Ana Thaís Matos.

A Band conta com Alline Calandrini para comentar as partidas da seleção juntamente com o tagarela Neto e seu insuportável sotaque caipira.

A presença de Galvão é uma espécie de concessão global: “olha como levamos a sério esse negócio”.

Na verdade, trata-se do apego maluco do sujeito a essa função e do quanto a emissora é preguiçosa quando lhe convém.

Sai fora, Galvão! Deixa as minas! 

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