O final melancólicos dos “superministros” de Bolsonaro, Conje e Tchutchuca. Por Kiko Nogueira

Adeus, Posto Ipiranga.

Olá, Tchutchuca.

A partir de hoje, Paulo Guedes passará a ser chamado assim.

Tchutchuca.

A audiência do ministro da Economia na CCJ da Câmara foi encerrada após mais de seis horas de bate boca.

O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) tomou a palavra e afirmou que Guedes age como “tigrão” em relação a aposentados, idosos e pessoas com deficiência, mas como “tchutchuca” em relação à “turma mais privilegiada do nosso país”.

Apoplético, Guedes apontava o dedo para Dirceu e berrava, fora do microfone: “Você não falte com o respeito comigo. Tchutchuca é a mãe! Tchutchuca é a vó!”.

Por que a reação?

Por um misto de cansaço, despreparo para lidar com a política, abandono do PSL e, sobretudo, destempero.

Guedes não tem o que era moda chamar “inteligência emocional”.

O termo, leio num site de fofocas, surgiu depois que o cantor do clássico Bonde do Tigrão assistiu a novela “Uga Uga”.

Um índio da história se referia ao sobrinho como “tchutchu” e o rapaz achou bacana chamar deste modo o sobrinho.

Mais tarde ele usou a palavra no feminino num funk imortal.

O país do Conje e da Tchutchuca.

Em algum momento das nossas vidas passadas, nós fizemos por merecer isso.

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