O nazismo assusta a CPI. Por Moisés Mendes

A Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro. Foto: Júlio Nascimento/PR

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Hoje é o dia de Mayra Pinheiro, a “capitã cloroquina”, na CPI do Genocídio.

Renan Calheiros começou sua intervenção falando do julgamento de Nuremberg (foto). Foi uma boa provocação.

A turma de Bolsonaro acusou o golpe por achar que Renan está fazendo conexão do nazismo com o bolsonarismo na pandemia.

A reação do bolsonarismo foi forte. E Renan esclareceu: a pandemia não é o genocídio do holocausto.

Mas há, diz ele, uma semelhança assustadora.

Foi um Deus nos acuda. Flavio Bolsonaro e Fernando Bezerra comandam a gritaria.

O que Renan disse e não precisa ser traduzido é o óbvio. A maioria dos julgados em Nuremberg comportava-se com indiferença diante dos crimes que haviam cometido.

Os bolsonaristas que sabotam o controle da pandemia e apoiam os sabotadores foram carimbados por Renan.