“Orgulho”: Lula e Janja celebram vitórias de “O Agente Secreto” no Globo de Ouro

Atualizado em 12 de janeiro de 2026 às 8:01
A primeira-dama Janja, o ator Wagner Moura, o presidente Lula e o diretor Kleber Mendonça no Palácio da Alvorada, em Brasília. Foto: Adriano Machado

O presidente Lula e a primeira-dama Janja da Silva celebraram publicamente as vitórias de “O Agente Secreto” no Globo de Ouro deste domingo (11). O filme dirigido por Kleber Mendonça Filho venceu na categoria de melhor filme em língua não inglesa, enquanto Wagner Moura conquistou o prêmio de melhor ator em filme de drama.

Em publicação no Instagram, Lula exaltou o papel do cinema nacional: “Viva o cinema brasileiro, que segue sendo sinônimo de orgulho nos principais palcos do mundo. O Agente Secreto é um filme essencial para não deixar cair no esquecimento a violência da ditadura e a capacidade de resistência do povo brasileiro”, escreveu, citando as atrizes Tânia Maria, Alice Carvalho e Maria Fernanda Cândido.

Em outra postagem, ele destacou o feito de Moura: “Sensacional a vitória do talentosíssimo Wagner Moura. Como o próprio Wagner tem dito, o cinema brasileiro vem mobilizando a atenção e o respeito das pessoas em todas as regiões, e tem sido um símbolo importante da volta da valorização dos artistas em nosso país.”

Janja também comemorou o momento histórico do ator ao publicar uma foto ao lado dele. “É ORGULHO QUE FALA??? Wagner Moura, o primeiro ator brasileiro a vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator. Wagner, o Brasil te ama e tem orgulho de você.”

Ela também elogiou o reconhecimento do longa na categoria internacional. “O Agente Secreto é um filme que honra a memória do nosso país e nos enche de orgulho, provando que o cinema brasileiro é referência mundial.”

A premiação marcou a segunda vitória consecutiva do Brasil no Globo de Ouro em categorias de atuação. No ano anterior, Fernanda Torres venceu como melhor atriz. Além disso, foi a primeira vez em 27 anos que um filme brasileiro conquistou o prêmio de melhor filme em língua não inglesa, repetindo o feito de “Central do Brasil”. Com duas vitórias em uma mesma edição, o Brasil alcançou um marco inédito na história da premiação.

 

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